31 de agosto de 2011
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Nezinho defende inclusão da AMA e da Uveal no Conselho Estadual de Segurança

O deputado estadual Ricardo Nezinho (PT do B) defende que o governo do Estado inclua representantes da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) e da União dos Vereadores de Alagoas (Uveal) no Conselho Estadual de Segurança (Conseg). O parlamentar acredita que como as duas entidades contam com presença em todo o Estado, também podem contribuir na formulação e aplicação de políticas públicas no combate à violência em Alagoas. Atualmente 13 representantes formam o colegiado.

A defesa da modificação na composição aconteceu no discurso feito na tribuna da Assembleia Legislativa, na última terça-feira, 30 – um dia após a posse dos novos integrantes do colegiado. O deputado destacou a importância das duas entidades no cenário sócio-político do Estado. Para Ricardo Nezinho, cada município tendo um conselho de segurança, automaticamente se cria um fórum de discussão sobre a segurança pública de sua cidade, com relação às ações que afligem a realidade daqueles moradores.

Ele justificou a importância da AMA observando que a entidade representa os 102 municípios alagoanos, onde cada município está criando seu Conselho de Segurança Municipal. Uma vez criado, o Conselho abre o fórum de discussão sobre a segurança de cada município, consequentemente do Estado, durante as reuniões da AMA realizadas todas as segundas-feiras.

“Muitos municípios estão realizando fóruns de discussão sobre a questão da segurança, acho que é um representante muito importante para fazer parte do Conseg”, informou Nezinho, acrescentando que, assim como a AMA tem grande representatividade, a Uveal, que comporta 942 vereadores é de grande importância para ter acento no Conseg. “Cada vereador, queira ou não queira, é um representante da sua cidade que conhece muito bem o que está acontecendo no seu município”, defendeu o parlamentar.

Para reforçar ainda mais seu posicionamento, Nezinho informou que o Conseg é formado pelo Tribunal de Justiça, da Procuradoria-Geral do Estado, da Procuradoria-Geral de Justiça, da Delegacia-Geral da Polícia Civil, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Assembleia Legislativa, do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, da Defensoria Pública, da Secretaria de Defesa Social e de representantes do governo do Estado. “E nessa composição percebemos que estão faltando duas entidades fundamentais para que realmente se possa discutir cada vez mais a questão da segurança pública do Estado. Uma é a AMA e a outra é Uveal”, disse o parlamentar.

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